Wanda Engel
Minha
trajetória

Olá, aqui você irá encontrar um pouco sobre minha trajetória, separada por períodos. Procurei discorrer sobre uma parte da história das políticas sociais brasileiras, a partir de minha experiência e de meu ponto de vista. Espero que possa ajudar a entender nossa trajetória na luta contra a pobreza e a desigualdade.

  • SéRIE TRAJETóRIA | EPíLOGO

    Quando encerramos o planejamento do Pará Social, em 2018, minha proposta era a de, após registrar este processo, transformar a experiência com o Pacto pela Educação do Pará e as aprendizagens internacionais do Synergos em um Guia para Parcerias Multissetoriais. A proposta do Pacto sempre foi a de implantar uma Parceria Multissetorial que permitisse a […] leia mais

  • T5  AGENDA SOCIAL 2030 | EP 2  PROGRAMAS INTEGRADOS POR CICLO DE VIDA

    O Brasil assistiu, na década 2000/2010, a um grande avanço nos resultados das políticas públicas voltadas à redução da pobreza e da desigualdade. Neste período, houve um aumento considerável do IDHM, fazendo com que os municípios com baixo IDH passassem de 50% para 0,5% do total. Verificou-se uma queda brutal da desigualdade, iniciada ainda em […] leia mais

  • T5 AGENDA SOCIAL 2030 | EPISóDIO 1 – O PARá PLANEJANDO O FUTURO

    Quando entregamos o “bastão” da responsabilidade pela estruturação do Pacto pela Educação do Pará para a Secretaria Estadual de Educação, e já estávamos nos despedindo do Ver o Peso, das Docas, do Mangal das Garças, da floresta, da chuva, do tacacá, do carimbó e da Ilha do  Marajó, eis que surge um convite que mudaria […] leia mais

  • TEMPORADA 4 INTEGRAR é PRECISO | EP10 UM GUIA PARA PARCERIAS MULTISSETORIAIS

    Como parte de nossos objetivos com o Pacto pela Educação do Pará, e culminância da experiência, na função de Organização Estruturante daquela iniciativa, partimos para a produção do documento denominado “Colaborar é preciso: Um Guia para Parcerias Multissetoriais”. O propósito deste Guia era o de analisar as Parcerias Multissetoriais como uma proposta de inovação social, […] leia mais

  • TEMPORADA 4 INTEGRAR é PRECISO | EP9 EXPERIMENTANDO E APRENDENDO

    Cinco anos após a sistematização das primeiras aprendizagens, baseadas em experiências internacionais do Synergos com Parcerias Multissetoriais, foram sistematizados 10 novos aprendizados, como resultado da atuação do Synergos Brasil, na função de Organização Estruturante do Pacto pela Educação do Pará. 1. Governos não podem ficar de fora  Nosso primeiro aprendizado foi que, sem envolver os […] leia mais

  • TEMPORADA 4 INTEGRAR é PRECISO | EP8: APRENDENDO SOBRE PARCERIAS MULTISSETORIAIS

    Em 2012, o Synergos Institute publicou um artigo, escrito por John Heller, sob o título “Ten Lessons on Multi-Stakeholder Partnerships”, analisando os aprendizados referentes à sua experiência com quatro Parcerias Multissetoriais: The Partnership for Child Nutrition (Índia), African Public Health Leadership and Systems Innovation Initiative (Namíbia), the Aboriginal Leadership Initiative (Canadá) e Agricultural Transformation Agency […] leia mais

  • TEMPORADA 4: INTEGRAR é PRECISO | EP 7 ENCERRANDO E AVALIANDO

    O ano de 2017 foi dedicado à tentativa de consolidar e de institucionalizar o Pacto, além de concluir o processo de transferência para a Secretaria Estadual de Educação (SEDUC), que já vinha assumindo as funções de Organização Estruturante (OE), desde o segundo semestre de 2016. É preciso ressaltar que este processo de transferência, que perpassou […] leia mais

  • TEMPORADA 4 INTEGRAR é PRECISO | EP6 ENFIM, OS RESULTADOS

    Após a consolidação do modelo da tecnologia em 2015, iniciamos o ano de 2016 com grande ansiedade, em função da demora na divulgação dos resultados do IDEB.  Enfrentamos a ansiedade investindo grande energia em nossas atribuições como Organização Estruturante do Pacto (OE). Seguindo o modelo, trabalhamos na atualização e fortalecimento da Agenda Comum, na mobilização, […] leia mais

  • TEMPORADA 4 INTEGRAR é PRECISO | EP5 CONSOLIDANDO O MODELO

    No ano de 2015, finalmente conseguimos, com base em nossa experiência de dois anos e meio no Pacto pela Educação do Pará, construir o “modelo” de uma tecnologia social, voltada para a concepção, implantação e avaliação de uma Parceria Multissetorial (PMS). Como já foi dito, quando o Pacto começou, no segundo semestre de 2012, havia […] leia mais

  • TEMPORADA 4 INTEGRAR é PRECISO | EP4 O FORTALECIMENTO DA SEDUC

    Os primeiros anos do Pacto foram dedicados prioritariamente à implantação da Agenda Comum e ao fortalecimento do Sistema de Governança. Apesar de contar também com iniciativas do Governo Federal – Mais Escola e o Pacto pela Alfabetização e do setor privado – Jovem de Futuro (Instituto Unibanco) e CONVIVA (Instituto Natura), dentre outros, a Agenda […] leia mais

  • TEMPORADA 4 INTEGRAR é PRECISO | EP3 IMPLANTANDO O PACTO

    A concepção da Agenda Comum consumiu cerca de um semestre de trabalho duro de uma equipe altamente competente e comprometida com a proposta.  Faziam parte do time, antigos companheiros de trajetória, como meus amigos Sonia Silva e Vanderson Berbat, ao lado de outros mais recentes, como Daniel Domagala, Alessandra Caldeira e Mari Chiba. Daniel, de […] leia mais

  • TEMPORADA 4 | EPISóDIO 2: A CONCEPçãO DE UMA AGENDA COMUM

    A Agenda Comum é o próprio coração de uma parceria, pois funciona como instrumento de mobilização e fidelização dos parceiros, além de agente catalisador e articulador da contribuição de cada um e de todos. O primeiro passo para a construção de uma Parceria Multissetorial deve ser, portanto, a concepção de um plano, elaborado em um […] leia mais

  • EPISóDIO 1: A CONSTRUçãO DE UMA PARCERIA MULTISSETORIAL 

    Depois de minha vasta experiência em organizações da sociedade civil, em governos de diferentes níveis, em organismo internacional e em instituição empresarial, consolidava-se a certeza de que havia uma enorme fragmentação de iniciativas no campo social, o que diminuía, incrivelmente, o impacto dos esforços dispendidos.  Neste contexto, minha obsessão fora sempre a de construir parcerias […] leia mais

  • EPISóDIO 11: GESTãO DO CONHECIMENTO

    Nunca é demais lembrar que o Instituto Unibanco havia definido, como “modus operandi”, o desenvolvimento de um Ciclo de Produção de Tecnologias, ou seja, operar um processo que ia desde concepção, até a testagem, a validação e a transferência de propostas de solução (tecnologias) para enfrentar os problemas que afetavam a educação de jovens pobres. […] leia mais

  • EPISóDIO 10 UMA ESTRUTURA AVANçADA: O NúCLEO AMIGO DO PROFESSOR DO INSTITUTO UNIBANCO

    Assim como o Centro de Estudos Tomas Zinner constituía uma base física para testagem experimental das propostas concebidas pelo Instituto Unibanco, surgiu a oportunidade da criação de uma segunda estrutura, destinada à formação de educadores. Inaugurado em junho de 2010, o Núcleo Amigo do Professor (NAP) marcou o início de uma nova frente de atuação, […] leia mais

  • EPISóDIO 9 JOVEM DE FUTURO: METODOLOGIAS II

    Além das metodologias de mobilização, apresentadas no episódio anterior, eram disponibilizadas, às escolas do Jovem de Futuro, outras propostas que funcionavam como efetivos instrumentos para o alcance dos resultados pactuados. Dentre elas, destacavam-se aquelas voltadas a estabelecer um nexo entre educação e trabalho, como a do Jovem Aprendiz, baseada na Lei de Aprendizagem. Jovens aprendizes […] leia mais

  • EPISóDIO 8 | JOVEM DE FUTURO: PRINCIPAIS METODOLOGIAS

    Neste episódio, vamos tratar das chamadas metodologias – instrumentos, disponibilizados às escolas do Jovem de Futuro, para o alcance de suas metas de desempenho e de fluxo. As metodologias representavam um verdadeiro fermento na “receita do bolo” do Jovem de Futuro. Algumas metodologias eram responsáveis pela motivação, mobilização e comprometimento de professores, alunos, familiares e […] leia mais

  • EPISóDIO 7 A DINâMICA DO JOVEM DE FUTURO

    Como foi visto no episódio anterior, o Jovem de Futuro era uma proposta de Parceria Público Privada Social que visava instrumentalizar educadores e gestores escolares, para uma prática profissional focada na melhoria dos resultados do processo ensino-aprendizado, expresso através do aumento do rendimento e da diminuição da evasão escolar. Costumamos chamar o processo educacional, envolvendo […] leia mais

  • EPOSóDIO 6 : O JOVEM DE FUTURO: A TECNOLOGIA “MãE” DO INSTITUTO UNIBANCO

    Poderíamos afirmar que a primeira iniciativa do Instituto que correspondia, em todos os seus aspectos, ao que se considerava uma tecnologia social, foi o Jovem de Futuro. Por sua abrangência, por sua capacidade de absorver e articular diferentes metodologias, pelos cuidados que cercaram sua concepção, sua testagem, sua validação e sua transferência, o Jovem de […] leia mais

  • EPISóDIO 5 | A PRIMEIRA TECNOLOGIA: O ENTRE JOVENS

    Uma vez que o Instituto Unibanco definiu seu foco – juventude, educação e Ensino Médio – e sua forma de atuação – um “laboratório de soluções” para os problemas enfrentados pelos Sistemas de Ensino – era hora de “arregaçar as mangas” e partir para a formulação da primeira proposta, que seguisse a lógica do Ciclo […] leia mais

  • EPISóDIO 4:  NOVOS RUMOS PARA O INSTITUTO UNIBANCO

    [Temporada 3: Completando o ciclo] Antes de começar o relato sobre o novo Instituto Unibanco, é importante ressaltar que sua concepção e implantação foram fruto de um trabalho coletivo, realizado por uma incrível equipe que, a partir de um pequeno grupo de pouco mais de dez pessoas, foi crescendo e se descentralizando, no decorrer dos […] leia mais

  • EPISóDIO 3 | DESEMBARQUE NA PAULICéIA: O INSTITUTO UNIBANCO

    [Temporada 3: Completando o ciclo] Em setembro de 2006, voltei para o Brasil, rumando quase diretamente para São Paulo. O processo de decisão sobre os convites que me haviam sido feitos, ainda em Washington, foi bastante difícil. Tratava-se de um típico processo de “dupla atração”. Por um lado, estava Marcos de Morais, meu amigo querido, […] leia mais

  • EPISóDIO 2: MUDANçA DE STATUS

    Divisão de Políticas Sociais Após dois anos de atuação na Unidade de Pobreza, quando já estava expirando meu contrato, fui convidada para assumir a Divisão de Políticas Sociais, que também fazia parte do Setor de Desenvolvimento Social. Na estrutura vigente naquele momento, uma divisão correspondia ao terceiro nível na hierarquia institucional, e eu seria a […] leia mais

  • EPISóDIO 1: MUDANçA DE ENDEREçO

    O convite para o BID Com a mudança de governo em 2002, ficou claro que eu deveria buscar novos rumos. Em um almoço com meu amigo Roberto Lima, especialista do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em Brasília, surgiu a ideia de me candidatar a uma vaga que estaria sendo criada em Washington, justamente na Unidade […] leia mais

  • EPISóDIO 15: SOB NOVA ADMINISTRAçãO

    Após três anos de muito esforço e aprendizagem, chegamos ao momento das eleições municipais. Sem a possibilidade de reeleição, uma vez que a lei seria aprovada somente mais tarde, Cesar Maia, que contava com altíssimos índices de aprovação, indicou a candidatura de Luiz Paulo Conde, então Secretário Municipal de Urbanismo. O que se especulava, à […] leia mais

  • EPISóDIO 14: CONSOLIDANDO UMA REDE DE PROTEçãO SOCIAL

    Como já foi dito no episódio anterior, nosso objetivo na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS) era o de consolidar uma rede de proteção social, voltada para as famílias mais pobres, que lhes oferecesse condições básicas para a superação de sua situação de pobreza. Para isto, além de propostas para os grupos extremamente vulneráveis, foram […] leia mais

  • EPISóDIO 13: PROGRAMAS ESPECIAIS

    Uma das características marcantes da equipe de gestão da SMDS era seu alto grau de criatividade. Mesmo quando se tratava de programas tradicionalmente do âmbito da assistência, voltados para grupos de alto risco social, como pessoas com deficiência ou crianças pobres de zero a seis anos, as propostas eram concebidas de forma a atender às […] leia mais

  • EPISóDIO 12: PROGRAMAS PARA GRUPOS EXTREMAMENTE VULNERáVEIS

    População em situação de rua Vale lembrar que o motivo principal do convite para assumir a SMDS havia sido a constatada inexistência de uma política para a população em situação de rua, especialmente para crianças e jovens. Assim, minha primeira missão, definida no Termo de Ajuste de Conduta (TAC) e firmado pela prefeitura com o […] leia mais

  • EPISóDIO 11 – A EXPERIêNCIA DE GESTãO LOCAL

    A tragédia por trás do convite Na noite de 23 de julho de 1993, nas proximidades da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, aconteceu o que se passou a chamar “a chacina da Candelária”. Pouco depois da meia noite, ocupantes de um táxi e um Chevette atiraram contra dezenas de pessoas, em sua maioria […] leia mais

  • EPISóDIO 10: AS áREAS DE ATUAçãO DO RODA VIVA

    Quando se fala na relação teoria-prática, muitas vezes isto pode parecer um simples clichê. Na verdade, o diálogo entre estas duas dimensões ocorreu durante todas as fases de minha vida profissional. No caso, por exemplo, do desenho do Roda Viva, foram utilizadas as ideias de Félix Guatarri sobre “revolução molecular”. Este autor destaca a importância […] leia mais

  • EPISóDIO 9: A CRIAçãO DO RODA VIVA

    A experiência na direção do Brizolão havia fortalecido, em mim, a percepção sobre a existência de uma grande fragmentação das iniciativas governamentais e não governamentais, bem como sobre a falta de continuidade das políticas públicas. leia mais

  • EPISóDIO 8:  A ACADEMIA E O MUNDO DAS ONGS

    Como foi dito no episódio anterior, com o término da administração Brizolista, resolvi buscar novos caminhos de atuação, fora das políticas de governo, concorrendo à docência na UERJ, ingressando no doutorado da PUC RJ e criando uma ONG. A docência na UERJ Em 1987 ocorreu o primeiro concurso público para docente da Faculdade de Educação […] leia mais

  • EPISóDIO 7 – DE BRIZOLãO A CIEP

    O Brizolão e as relações com os “donos do morro” Na década de 80, ocorreu um grande crescimento da produção e do comércio mundial de cocaína. No Rio de Janeiro, o varejo deste produto acabou sendo assumido, nas favelas da cidade, por grupos de jovens, conhecidos como “os donos do morro”. O primeiro contato “presencial” […] leia mais

  • EPISóDIO 6: A PROPOSTA PEDAGóGICA DO BRIZOLãO

    Em linhas gerais, a proposta pedagógica, construída pela equipe, baseava-se em alguns pressupostos básicos: a aprendizagem significativa, o uso do método científico, a organização curricular por projetos interdisciplinares, o jogo como instrumento de aprendizagem da matemática, o acesso e a produção cultural e artística (literatura, música, teatro e artes visuais) e as atividades esportivas, como […] leia mais

  • EPISóDIO 5: O BRIZOLãO DA MANGUEIRA: O CONFRONTO ENTRE TEORIA E PRáTICA

    É provável que a maior transformação em minha vida profissional tenha ocorrido em função da experiência como diretora do Centro Cultural Comunitário de São Cristóvão (CCCSC), conhecido como Brizolão da Mangueira. Em 15 de março de 1983, Leonel Brizola assumiu, pela primeira vez, o governo do Estado do Rio de Janeiro, nomeando Darcy Ribeiro como […] leia mais

  • EPISóDIO 4 – O PERíODO DA CONSTRUçãO

    Enfim, aos 19 anos eu era uma profissional do magistério. Depois de uma experiência como “professoranda”, em que já atuava como docente, iniciei a carreira de professora em escolas públicas, localizadas em bairros que ostentavam os piores IDHs da cidade: Acari e Irajá. Apesar de se revelar uma certa discrepância entre a visão do “aluno […] leia mais

  • EPISóDIO 3: O INSTITUTO DE EDUCAçãO E A FORMAçãO DE PROFESSORES

    O Instituto de Educação do Rio de Janeiro (IE) e os demais cursos de formação de professores – Carmela Dutra, Inácio Azevedo Amaral, Heitor Lira e Sara Kubitschek – foram, sem dúvida, escolas-modelo na formação de professores de Educação Fundamental I (antigo primário) até meados da década de 70. Reconheço que é bastante controversa a […] leia mais

  • EP 2: UMA ESCOLA PúBLICA DE EXCELêNCIA: O INSTITUTO DE EDUCAçãO DO RIO DE JANEIRO

    Finalmente, em 1957, eu também me tornei aluna do Instituto de Educação, considerada uma das melhores escolas públicas, exclusivamente feminina, do Rio de Janeiro, e objeto de desejo de nove entre dez famílias de classe média carioca. A primeira razão para esta percepção era a excelência de seu corpo docente. Formado por professores de elite, […] leia mais

  • TEMPORADA 2 | EP1: VOLTANDO àS ORIGENS

    Este deveria ter sido o primeiro episódio da primeira temporada, mas resolvi subverter a ordem cronológica, iniciando o relato de minha trajetória pela experiência leia mais

  • ÚLTIMO EPISóDIO: FECHANDO O CICLO

    A importância do reconhecimento social, em relação ao trabalho desenvolvido, é inegável. leia mais

  • EP 16: AS CINCO GERAçõES DE POLíTICAS DE REDUçãO DA POBREZA

    As formas de se conceituar pobreza e desigualdade acabam determinando diferenças fundamentais na concepção de políticas públicas, destinadas a enfrentar estes problemas. Assim, o refinamento dos conceitos se reflete em uma evolução nos desenhos destas políticas. A análise do processo nos permite identificar cinco gerações de políticas de enfrentamento à pobreza, que buscam avançar, no […] leia mais

  • EPISóDIO 15: SISTEMATIZANDO CONCEITOS      

    Nos episódios anteriores, buscamos descrever o processo de concepção das políticas e programas, voltados à leia mais

  • EPISóDIO 14: APRENDIZAGEM COLABORATIVA

    A concepção, implantação e avaliação de uma política pública se faz com base em um conhecimento construído sobre o tema.  leia mais

  • EPISóDIO 13: A DIFíCIL ARTE DA IMPLANTAçãO DE POLíTICAS PúBLICAS

    Como foi visto no Episódio 12, não basta formular excelentes políticas de superação da pobreza. O grande desafio é o de como implantá-las de forma mais efetiva. leia mais

  • COMUNICADO

    Nesta quinta, 19, vamos interromper as postagens da Série Trajetórias – Temporada I: Governo Federal. Deveríamos divulgar o Episódio 13, sobre a importância da mobilização da sociedade para a implantação de políticas públicas de superação da pobreza. Motivo? leia mais

  • EPISóDIO 12: A DIFíCIL ARTE DE IMPLANTAR POLíTICAS PúBLICAS

    [Temporada 1: O Governo Federal] Vamos supor que você seja o gestor público de uma política de superação da pobreza, realmente comprometido com a efetividade de sua atuação. Então, você já deve ter feito uma análise sistêmica do problema em seu território. Como resultado, você e sua equipe identificaram importantes evidências no contexto e nas […] leia mais

  • EPISóDIO 11: A VERDADEIRA HISTóRIA DO CADASTRO ÚNICO DAS FAMíLIAS POBRES

    leia mais

  • EPISóDIO 10: A REDE DE PROTEçãO SOCIAL

    Como vimos anteriormente, o Alvorada propiciou a implantação ou expansão de um conjunto de programas de Transferência Condicionada de Renda (TCR). leia mais

  • EPISóDIO 9: ALVORADA II – A MISSãO

    O que era o Portal do Alvorada Apesar do nome, não se tratava de nenhuma plataforma digital. O Portal do Alvorada era uma unidade física, que servia de base operacional para o Projeto Alvorada, em cada um dos municípios beneficiados. Suas funções principais eram as de divulgar informações sobre os programas, orientar os gestores municipais […] leia mais

  • EPISóDIO 8 – UMA NOVA GERAçãO DE POLíTICA DE SUPERAçãO DA POBREZA: O PROJETO ALVORADA

    O Projeto Alvorada constituiu um grande avanço na concepção das políticas de redução da pobreza e da desigualdade, mesmo em relação à Agenda Social, que incorporou uma nova proposta de gestão colaborativa voltada para resultados. Mas afinal, o que era o Alvorada? Bem, vamos contar tudo desde o início. Tudo começou com a criação do […] leia mais

  • EPISóDIO 7: UMA EXPERIêNCIA DE GESTãO PARA RESULTADOS: A AGENDA SOCIAL

    Eu diria que um dos principais desafios das políticas de redução da pobreza e da desigualdade é o de aumentar seu impacto. Cresce a consciência da necessidade de se enfrentarem estas questões, multiplicam-se iniciativas de governos, sociedade civil e empresariado, mas os problemas parecem se aprofundar. Por isso é tão importante introduzir, na área social, […] leia mais

  • EPISóDIO 6: UM PLANO NACIONAL DE SEGURANçA PúBLICA COM êNFASE NO SOCIAL

    [Temporada 1: O Governo Federal] Um Plano Nacional de Segurança Pública com ênfase no social Assistimos a um crescimento impressionante dos índices de violência, tanto nas periferias das grandes metrópoles, quanto em cidades de médio porte. O fortalecimento e a internacionalização das organizações ligadas ao tráfico de drogas e de armas, bem como das milícias, […] leia mais

  • EPISóDIO 5: EU ACREDITO é NA RAPAZIADA

    [Temporada Governo Federal] Programa para a juventude: Brasil Jovem Como sabemos, a pobreza, longe de ser um fenômeno natural, é fruto de um processo de produção e reprodução. Ela começa a ser produzida na própria concepção dos indivíduos gerados em famílias pobres. Eu costumo dizer que a diferença entre nascer rico ou pobre depende de […] leia mais

  • EPISóDIO 4: LUGAR DE CRIANçA é NA ESCOLA

    Programas para crianças e adolescentes Desde a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, em que se ratificava o direito inalienável à educação, firmou-se o slogan “Lugar de Criança é na Escola”. Não seria admissível crianças envolvidas no trabalho, especialmente em ocupações que ameaçassem sua integridade física ou psicológica. Assim, se na primeira infância, […] leia mais

  • EPISóDIO 3: REVENDO OS PROGRAMAS DE ASSISTêNCIA

    [Temporada 1: Governo Federal] Mais uma vez, o parâmetro para rever os programas de assistência deveria ser a Lei Orgânica de Assistência Social. leia mais

  • EPISóDIO 2 – ARREGAçANDO AS MANGAS: AS PRIMEIRAS DECISõES

    Temporada 1 | O Governo Federal Afinal, o que era a SEAS? De posse da “caneta” (não era uma BIC), meu primeiro desafio era o de ter clareza sobre o papel constitucional da Secretaria de Estado de Assistência Social. Alguma coisa do tipo “existirmos, a que será que se destina”. De acordo com a Lei […] leia mais

  • T1 | EPISóDIO 1: COMO TUDO COMEçOU…

    [Temporada 1: O Governo Federal] Tanto minha ida para a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social do Rio de Janeiro (SMDS/RJ), como o convite para o Governo Federal foram totalmente inesperados. Sem atuação político partidária, ambos constituíram escolhas técnicas.  O convite para a SMDS ocorreu em função da situação criada pela Chacina da Candelária – a […] leia mais

  • COMO CONTAR A HISTóRIA…

    [embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=7epo-RvtUl4[/embedyt] O site “wandaengel.com” está estruturado em 3 partes: Trajetórias, Produtos e Blog A primeira parte – Trajetórias – está dedicada à minha história pessoal/profissional; da segunda – Produtos – constam apresentações, vídeos, artigos, entrevistas, publicações e fotos; enquanto a terceira – Blog – será o espaço para artigos e vídeos sobre o contexto […] leia mais

  • COMO DIZIA A MINHA AVó…

    [embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=P4tVwFyhnOM[/embedyt] Dizia minha avó que “elogio em boca própria é vitupério”. Eu não sabia muito bem o que isto significava, mas não restava dúvida de que era uma coisa horrível. Longe de mim a intenção de cometer um vitupério! Ocorre que vivenciamos, no Brasil, um aumento inaceitável da pobreza e da desigualdade. Por um […] leia mais

Wanda Engel