Wanda Engel

Por WandaEngel - 20/01/2021

Completando o Ciclo Educação Ensino Médio; IDEB Instituto Unibanco; Jovem de Futuro Metodologias Terceiro Setor Trajetória

Uma vez que o Instituto Unibanco definiu seu foco – juventude, educação e Ensino Médio – e sua forma de atuação – um “laboratório de soluções” para os problemas enfrentados pelos Sistemas de Ensino – era hora de “arregaçar as mangas” e partir para a formulação da primeira proposta, que seguisse a lógica do Ciclo de Produção de Tecnologias.

Como já explicado em episódio anterior, o Ciclo de Produção de Tecnologias começava com a análise dos conhecimentos existentes sobre um dado problema, seguindo para concepção, testagem, validação e transferência de uma tecnologia, que pudesse dar conta do referido problema.

Assim, partiu-se de estudos e pesquisas disponíveis naquele momento que mostravam serem, o baixo desempenho e o alto índice de evasão, os principais problemas que afetavam o Ensino Médio, havendo forte correlação entre eles.

Já na primeira série, o aluno que apresentava baixos resultados nos bimestres iniciais tendia a abandonar a escola. 

Deixar a escola logo no início do Ensino Médio decorria de uma conjunção de fatores que incluía a descrença na própria capacidade de dar conta das exigências do novo ciclo.

Nesse momento, a oportunidade de reverter as defasagens acumuladas, que prejudicavam o avanço nos estudos, poderia ser um estímulo decisivo, tanto para a melhoria do desempenho, quanto para permanência do jovem na escola.

Por isto, o objetivo principal da primeira proposta, concebida segundo o modelo do Ciclo de Produção, visava justamente enfrentar o desafio de suprir as competências do Ensino Fundamental, não adquiridas pelos alunos do Ensino Médio, e que prejudicavam seu desempenho neste nível de ensino.

Por outro lado, desejava-se oferecer uma experiência prática para futuros professores e coordenadores pedagógicos que, também segundo estudos, eram “vítimas” de um processo de formação inicial extremamente teórico e apartado da realidade da escola pública.

Juntar os dois problemas, na busca de uma solução conjunta, foi o que moveu o IU para a concepção de sua primeira tecnologia – o Entre Jovens.

Assim, os objetivos definidos para esta tecnologia eram, por um lado, aumentar o rendimento dos estudantes e, com isso, reduzir a evasão escolar, e por outro lado, contribuir para aperfeiçoar a formação de futuros professores e coordenadores pedagógicos, com possíveis impactos na melhoria da qualidade da educação, em longo prazo.

Se formos analisar o desenho do Entre Jovens, encontraremos nele os princípios básicos definidos para todas as tecnologias e metodologias do IU. 

Em primeiro lugar, tratava-se de uma tecnologia a ser implantada por meio de uma Parceria Público Privada, firmada entre o Instituto Unibanco, as Secretarias de Educação e as Universidades.

Além disto, o Entre Jovens foi construído na perspectiva de cumprir todas as etapas do Ciclo de Produção de Tecnologias. 

O Entre Jovens e o Ciclo de Produção de Tecnologias

A proposta era oferecer atendimento educacional complementar aos jovens alunos da 1ª série do Ensino Médio de escolas públicas, por meio de um programa de tutoria, desenvolvido por jovens alunos dos cursos de licenciatura e de pedagogia de universidades – os futuros professores e coordenadores pedagógicos das escolas. Daí o nome da tecnologia: Entre Jovens

A tutoria era vista como uma relação de colaboração, em que os jovens universitários tinham a possibilidade de colocar em prática seus conhecimentos acadêmicos, e os jovens alunos tinham a chance de reforçar os conteúdos do ensino fundamental, para melhor assimilar o currículo do Ensino Médio, melhorando o desempenho e diminuindo a evasão

Para iniciar o ciclo de produção desta tecnologia, foi realizado um novo estudo, tomando por base os resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) de final do Ensino Fundamental, para identificar os itens com maior percentual de erros e os conteúdos e as habilidades a eles relacionadas. 

A seguir, buscou-se mapear quais destes conteúdos/habilidades eram efetivamente pré-requisitos para o currículo de Ensino Médio.

A intenção era verificar que dificuldades, oriundas do EF, impediam os alunos de aprender o que lhes era ensinado no EM. 

Os currículos, geralmente enciclopédicos, acabam dificultando a identificação dos conhecimentos sem os quais seria impossível prosseguir. 

Para os professores das diferentes disciplinas, tudo parece ser essencial, quando, na verdade, apenas alguns conteúdos são indispensáveis. A grande maioria é periférico ou supérfluo.

Por outro lado, pode-se imaginar, à guisa de exemplo, a situação de um jovem, quando lhe tentam ensinar química, a despeito de ele não ter conseguido sequer aprender o conceito de números fracionários! Missão impossível!

Assim, concebeu-se um programa de tutoria que abordava os conteúdos/habilidades do currículo do Ensino Fundamental, nas áreas de Língua Portuguesa e Matemática, considerados realmente pré-requisitos para o Ensino Médio, e que não eram dominados pela maioria dos estudantes.

No momento em que, por imposição da pandemia do novo Coronavírus, torna-se necessário desenvolver o currículo de dois anos letivos em um só, é fundamental que se faça o exercício de separar o essencial do periférico e planejar uma efetiva ação pedagógica, centrada na essência.

Pode ser uma excelente oportunidade para “enxugar”, inclusive, a Base Curricular Comum Nacional. Talvez possamos descobrir que “o menos pode ser mais”!

Um dos maiores diferenciais do Entre Jovens era justamente a condução das atividades feita por universitários, que, por sua proximidade etária e cultural com os alunos, tinham a seu favor um maior potencial de empatia e influência. 

A percepção dos alunos, durante o projeto, era a de que a relação com os jovens tutores era um fator de grande importância para a aprendizagem dos conteúdos trabalhados durante as aulas.

Como se desenvolvia 

O Entre Jovens acontecia no turno complementar ao horário escolar e previa uma carga horária mínima de quatro horas semanais, ao longo de seis meses. 

Os tutores, estudantes de cursos de licenciatura de Letras e de Matemática, ministravam os conteúdos a turmas de aproximadamente 25 alunos, enquanto os estagiários de Pedagogia atuavam no acompanhamento e orientação de alunos, e no auxílio à coordenação do programa.

Os alunos participantes eram indicados pela escola, em função de seu baixo desempenho escolar, mas necessitavam aderir ao programa, e ter o consentimento dos pais, o que representava uma corresponsabilidade dos jovens e de suas famílias, com o alcance dos objetivos esperados.

Todos os tutores eram capacitados para o desenvolvimento das atividades, utilizando materiais didáticos desenvolvidos pelo IU. 

Já os estagiários de Pedagogia recebiam instruções adicionais relativas à gestão de projetos e à orientação pedagógica de alunos e tutores.

Os universitários, além da capacitação e da assistência técnica, recebiam uma bolsa estágio mensal. 

Algum tempo depois, quando estava atuando no Pacto pela Educação do Pará, tentei incentivar a Secretaria Estadual de Educação a implantar o Entre Jovens, agora já sem o investimento financeiro do IU. 

Descobri, então, que existia uma iniciativa do Ministério da Educação, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), voltada justamente a estreitar os vínculos entre a universidade e os sistemas públicos de ensino, na formação inicial de professores.

O programa previa bolsas para os estudantes universitários, para seus professores nas universidades e para os professores das escolas públicas. Maravilha, todo mundo ganhava! 

Fui, então, à Brasília para pedir, ao Ministro Henrique Paim, que o programa fosse implantado no Pará, para que os universitários pudessem atuar no Entre Jovens. 

Levei um susto ao ser informada de que aquele estado já dispunha de mais de dois mil estudantes, além de seus professores e docentes das escolas, incluídos no PIBID. 

Ocorria que, segundo as normas do programa, a iniciativa para participar do PIBID devia partir do docente universitário, que entrava em contato direto com um professor de uma escola pública, propondo um projeto de ação, evidentemente de seu próprio interesse. 

Assim, a parceria professor/professor passava ao largo de todo o sistema público, incluindo o próprio secretário de educação, bem como das reais necessidades deste sistema. 

Enfim, era mais uma boa iniciativa, onde se investiam muitos milhões de reais, mas que, por conta de seu desenho, perdia toda a possibilidade de gerar um efetivo impacto nas redes públicas de ensino.

As metas do Entre Jovens, assumidas por escolas, tutores, tutorados e familiares, eram que 75% dos alunos alcançassem níveis recomendáveis de desempenho em português e matemática e que os índices de evasão e repetência diminuíssem 10%. 

Atividades complementares

Durante o período de seis meses, em que se realizavam as aulas de tutoria, o Instituto Unibanco promovia, para os alunos das escolas parceiras, diversas atividades complementares. 

Todas as atividades eram destinadas a ampliar o universo cultural dos jovens, reforçar os conteúdos e habilidades trabalhadas, promover a integração entre os alunos e apoiá-los na construção de um Projeto de Vida.

Atividades culturais 

Visitas a exposições, museus e espaços interativos, sessões de cinema e teatro, não somente enriqueciam culturalmente os alunos, como intensificavam a troca de informações entre eles, pois, os que as realizam deveriam compartilhar suas experiências com os colegas de turma.

Gincanas

Eram promovidas também gincanas educativas, nas quais grupos de alunos desenvolviam atividades de língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais. Nesses grupos trabalhava-se a integração dos participantes, reforçava-se o conteúdo trabalhado nas aulas de tutoria, e promovia-se o aprendizado de forma lúdica. 

Durante as gincanas, algumas escolas realizavam campanhas de doação de alimentos e agasalhos, estimulando a solidariedade e beneficiando a comunidade escolar.

Como incentivo, havia uma premiação para os grupos de alunos participantes, como oferta de oficinas de vídeo em celular ou entradas para sessões de cinema.

Rodas de conversa

Uma outra importante modalidade de atividade complementar eram as Rodas de Conversa. Tratava-se de encontros entre alunos, para promover discussões e reflexões sobre temas ligados à construção de um Projeto de Vida. 

As reuniões eram mediadas pelo estagiário de Pedagogia e programadas de acordo com a conveniência da escola e dos jovens participantes.

Trabalhar com os jovens na construção de um “projeto de vida” vem se mostrando parte essencial de uma proposta educativa, especialmente quando voltada para a juventude mais pobre e vulnerável. 

As dificuldades impostas pela pobreza, como a necessidade de garantir a sobrevivência a cada dia (a “vida Severina”), além da convivência com a violência e a morte, acabam por dificultar a construção de uma perspectiva de futuro. 

Daí, a enorme importância de se resgatar a possibilidade de o jovem sonhar com o amanhã, desenhar seu futuro, conceber um projeto para sua própria vida. 

Produto de uma Roda de Conversa para construção de Projetos de Vida

Eventos 

Os destaques entre as atividades complementares eram os eventos de encerramento do programa, que frequentemente incluíam produções culturais e artísticas, organizadas pelos próprios alunos. Destes eventos, fazia parte também uma Cerimônia de Reconhecimento para todos os envolvidos.

Como já foi dito, reconhecer e celebrar eram princípios básicos de todas as propostas do IU.

Evento de encerramento das atividades do Entre Jovens com a participação da Gerente de Projetos Sonia Silva.

O monitoramento do Entre Jovens  

O monitoramento sistemático era feito através de um trabalho de supervisão in loco. Os supervisores, recrutados entre profissionais com formação superior diversificada e experiência em projetos sociais ou educacionais, acompanhavam os estagiários e monitoravam o desenvolvimento do projeto em até oito escolas.

O supervisor era responsável por diversas estratégias de acompanhamento, que incluíam reuniões com a direção da escola e avaliações contínuas do desempenho e do nível de engajamento dos estagiários. 

Fazia também parte do monitoramento, manter “olhos e ouvidos abertos” para as opiniões dos alunos, que se manifestavam por meio de grupos focais e fóruns de discussão.

Sistema de avaliação do Entre Jovens

O sistema de avaliação deveria incluir a avaliação de resultados, tanto em relação ao desempenho quanto ao fluxo (evasão), e a avaliação de impacto.

Segundo o modelo do Ciclo de Produção de Tecnologias, o sistema de avaliação, em sua totalidade, deveria estar perfeitamente alinhado às características do projeto, precisando, para isto, ser parte do próprio desenho de sua implantação.

O grande equívoco de formuladores de projetos sociais é pensar que podem primeiro desenhar a proposta, para somente depois, normalmente quando ela já está em processo de implantação, pensar na avaliação. 

Como a vida não é feita apenas de acertos, cometemos justamente este erro. Assim, ocorreu a primeira validação do Entre Jovens, no Rio de Janeiro, quando só tínhamos desenhado a avaliação de resultados, e não a de impacto. 

Tivemos, então, de “correr atrás do prejuízo”, e conceber uma avaliação de impacto, com caráter experimental, antes da segunda experiência de validação do Entre Jovens, na cidade de Vitória.

Avaliação de desempenho do Entre Jovens

A avaliação do desempenho dos alunos era realizada através da aplicação de provas periódicas (diagnóstica, formativa e somativa), elaboradas com base no SAEB.

Esta avaliação, baseada na Teoria de Resposta ao Item (TRI), funcionava como uma verdadeira “tomografia”, identificando, com precisão, os conteúdos e habilidades não adquiridas. Assim, era possível focar a ação pedagógica nestes pontos específicos, como uma verdadeira “acupuntura didática”. 

Apesar de ser um diagnóstico individualizado, verificava-se que algumas falhas de aprendizagem ocorriam em um grande número de casos, permitindo a formação de grupos, em função delas. Isto possibilitava maximizar o impacto da ação docente. Era como usar o remédio certo para o sintoma diagnosticado. 

Imagino como seria possível diminuir as reprovações, não através do mecanismo da “aprovação automática”, mas utilizando os resultados da avaliação em larga escala para, efetivamente, recuperar os alunos em suas dificuldades específicas.

Esta estratégia seria de fundamental importância na mitigação das consequências educacionais da pandemia do Coronavírus. 

Uma avaliação diagnóstica, baseada na Teoria de Resposta ao Item, aplicada na volta às aulas, poderia identificar, com precisão, as falhas de aprendizagem e desenhar eficientes programas de recuperação, baseados nestas dificuldades.

Avaliação de Impacto do Entre Jovens

A avaliação de impacto do Entre Jovens ficou a cargo do Banco Mundial, sob a responsabilidade de João Pedro Azevedo.

Não vamos nos deter na tecnicidade dos modelos utilizados, que dependiam do histórico do projeto em cada cidade. A avaliação considerada de “padrão ouro” (experimental) só foi possível, pelos motivos já explicitados, em Vitória.

Independentemente do método de avaliação utilizado, o programa Entre Jovens, já na primeira experiência, apresentou impactos muito positivos e estatisticamente significativos, sendo que a frequência dos alunos no programa importava bastante. 

Entre Jovens na 9ª série

Com o êxito do Entre Jovens na primeira série do Ensino Médio, trabalhando as defasagens relativas ao Ensino Fundamental, surgiu a pergunta: Por que não o aplicar, preventivamente, em alunos da última série do Ensino Fundamental?

Para responder a esta pergunta, o IU conduziu, em 2009, a validação de de uma proposta do Entre Jovens para a nona série do EF, em dez escolas cariocas. 

A intenção era a de antecipar a efetiva aquisição das competências e habilidades básicas, previstas para o final do Fundamental, antes da entrada no Ensino Médio.

Diante dos excelentes resultados desta validação, a Secretaria Municipal de Educação da Cidade do Rio de Janeiro, tendo à frente minha amiga Claudia Costin, resolveu assumir a implantação imediata do projeto em toda a rede municipal de ensino, o que foi feito num processo de transferência de tecnologia. 

Lançamento do Entre Jovens de nona série no Rio de Janeiro, com a presença da Secretária Claudia Costin

Entre Jovens na 3ª série do Ensino Médio

Em 2010 iniciou-se uma experiência de validação do Entre Jovens na última série do EM, com vistas a reforçar os conteúdos de português e matemática, referentes ao currículo do Ensino Médio, possibilitando que, por ocasião da conclusão do ciclo básico, os jovens dominassem as competências consideradas fundamentais para prosseguir os estudos ou para ingressar no mercado de trabalho.

A proposta básica do Entre Jovens, tanto na primeira série do EM, quanto na nona série do EF e na terceira série do EM era utilizar o incrível potencial, representado pelos jovens universitários, na luta pela melhoria dos resultados da educação em todos os níveis. 

Dentre as diferentes possibilidades de contribuição, estaria a atuação em programas destinados a suprir deficiências, identificadas por sistemas de avaliação ao final de cada ciclo, e que fossem consideradas essenciais para o prosseguimento dos estudos. 

Neste sentido, tais programas poderiam ser direcionados a todas as etapas de transição: à segunda série do EF (final da alfabetização), à quinta série (final do Ensino Fundamental I), à nona série (final do Ensino Fundamental II) e à terceira série do Ensino Médio (final da Educação Básica). 

Seria uma possibilidade de zerar os prejuízos, antes de prosseguir com os estudos, na fase subsequente. Um certo “freio de arrumação”, capaz de preparar o aluno para iniciar, com êxito, uma nova fase. 

Quem é da minha geração há de se lembrar do curso de “admissão”, que cumpria esta função antes da entrada no ginásio.

Fato é que alguns alunos chegam, ao Ensino Médio sem condições mínimas de aprendizagem, quase analfabetos funcionais. 

Como a construção do conhecimento demanda a existência de etapas anteriormente consolidadas, os professores do EM culpam seus colegas do Ensino Fundamental pelo fracasso dos alunos. Estes, por sua vez, culpam os alfabetizadores, que culpam as famílias. 

Cria-se uma verdadeira “cadeia de culpabilizações”, sem que ninguém se disponha a trabalhar na construção da base necessária. 

A juventude universitária poderia se ocupar desta tarefa. A tecnologia do Entre Jovens estaria disponível para isto.

A tecnologia que virou metodologia  

Ainda em 2007 iniciou-se a concepção de uma nova tecnologia que recebeu o nome de Jovem de Futuro.

Esta tecnologia partia de uma visão mais sistêmica da questão da educação dos jovens, buscando atuar em uma multiplicidade de campos, especialmente através da melhoria da gestão das escolas públicas de Ensino Médio. 

Por seu caráter orgânico, o Jovem de Futuro assumiu a função de uma verdadeira tecnologia, abrangente e catalizadora das demais propostas do IU, inclusive a do Entre Jovens. 

Este passou a funcionar como uma metodologia complementar ao Jovem de Futuro que galgou o status de “tecnologia mater” do Instituto Unibanco.

No próximo episódio, vamos apresentar a principal tecnologia gestada segundo a lógica do Ciclo de Produção do IU – o Jovem de Futuro. Você vai gostar de conhecer esta proposta que vem demonstrando um desempenhando notável, inclusive na etapa da transferência para os Sistemas de Ensino. Não perca!

 


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