Wanda Engel

Por WandaEngel -

Educação Ensino Médio; Instituto Unibanco; Jovem de Futuro Juventudes Metodologias Terceiro Setor Trajetória

Além das metodologias de mobilização, apresentadas no episódio anterior, eram disponibilizadas, às escolas do Jovem de Futuro, outras propostas que funcionavam como efetivos instrumentos para o alcance dos resultados pactuados.

Dentre elas, destacavam-se aquelas voltadas a estabelecer um nexo entre educação e trabalho, como a do Jovem Aprendiz, baseada na Lei de Aprendizagem.

Jovens aprendizes

Desde a década de 90, o Instituto Unibanco vinha investindo na implantação da Lei de Aprendizagem, por acreditar no enorme poder desta legislação, para o desafio de construir um futuro melhor para a juventude vulnerável de nosso país.

A principal estratégia de atuação, naquela época, era a de apoiar projetos de formação de aprendizes, como o Estúdio Aprendiz, a cargo da ONG Cipó: comunicação interativa, que se propunha, inclusive, a sistematizar uma metodologia de atendimento.

A partir de 2007, diante de dados que evidenciavam a lentidão no processo de expansão da aplicação desta legislação, o IU se associou à Fundação Cerrado, em uma proposta de divulgação da lei e de suas incríveis possibilidades.

Foram realizados encontros em todas as regiões brasileiras, reunindo os principais setores envolvidos: Secretarias de Trabalho, Desenvolvimento Social e Educação, Conselhos de Assistência e de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes, Ministério do Trabalho, Entidades Formadoras (Sistema S, Escolas Profissionalizantes, ONGs credenciadas), além de empresários e Federações da Indústria e do Comércio.

Os objetivos destes encontros eram divulgar a lei, identificar os entraves para sua implantação e expansão, e conceber estratégias para o enfrentamento dos principais desafios.

Mas afinal, o que é a Lei do Aprendiz

A Lei do Aprendiz representa um dos mais importantes mecanismos de mediação entre a escola e o mundo do trabalho, especialmente para os jovens mais vulneráveis.

Ela estabelece que as grandes e médias empresas devem contratar, na condição de aprendizes, um mínimo de 5% e um máximo de 15% do total de empregados, cujas funções demandem formação profissional.

As empresas públicas também estão obrigadas a contratar aprendizes, podendo fazê-lo por contratação direta (processo seletivo por meio de edital público), ou através de uma Entidade Formadora.

Além disto, a contratação sob a condição de aprendiz é facultativa para as pequenas e micro empresas.

Em resumo, todas as empresas, públicas ou privadas, de qualquer tamanho ou origem, podem e devem contratar aprendizes.

O contrato, com remuneração de um salário-mínimo, por 8 horas diárias, deve ser feito por prazo determinado, com duração entre 1 e 2 anos, sem possibilidade de extensão ou renovação. Caso seja, por exemplo, de 4 horas, a remuneração será de meio salário.

O Programa de Aprendizagem deve ser desenvolvido sob a orientação de uma Entidade Formadora e o empregador se compromete a assegurar um processo de formação técnico profissional metódica.

Apesar de ser um indicativo do sucesso, a contratação posterior do aprendiz, como colaborador, não é meta do programa.

O importante é que um maior número possível de jovens tenha a oportunidade de experimentar um emprego formal, com carteira assinada e direitos trabalhistas, além de contar com dois agentes educacionais- a Entidade Formadora, encarregada do desenvolvimento de habilidades e atitudes, necessárias à inclusão no mundo do trabalho, e a empresa contratante, responsável pela capacitação técnica.

As instituições qualificadas como Entidades Formadoras são o Sistema S, as Escolas Técnicas e ONGs, registradas no Conselho Municipal de Defesa da Criança e do Adolescente (CMDCA).

Os cursos de aprendizagem, oferecidos pelo sistema S, têm de ser gratuitos, o que “desincentiva” a oferta de vagas.

A fiscalização do cumprimento das cotas cabe às Delegacias Regionais do Trabalho, através dos Auditores Fiscais.

Algumas empresas percebem a lei como mais uma obrigação, que se soma ao tão execrado “custo Brasil” e a cumprem apenas para evitar as multas. Há casos, inclusive, em que preferem pagar a multa a contratar aprendizes.

Infelizmente, não conseguem perceber que a contratação e o apoio à formação técnica dos jovens podem constituir a mais efetiva forma de responsabilidade social das empresas.

Especialmente para jovens em situação de risco, isto pode representar a diferença entre a evasão e o diploma de EM, entre o caminho da marginalidade e o do trabalho digno, entre a morte e um futuro melhor.

Para funcionar efetivamente como instrumento de garantia de terminalidade dos estudos básicos, o programa deveria incluir a exigência da manutenção do jovem na escola, e ter alguns cuidados com o regime de contratação.

Neste sentido, o ideal seria um contrato de 4 horas diárias, correspondente a meio salário-mínimo, que evitasse a necessidade de a matrícula ser feita no horário noturno, com todas as mazelas daí decorrentes.

A complexidade da operacionalização da lei, aliada ao baixo interesse de algumas entidades formadoras (Sistema S e Escolas Profissionalizantes), à falta de financiamento para a atuação de ONGs credenciadas, ao desinteresse das empresas privadas e à total apatia dos setores públicos na contratação de aprendizes, fazem com que, apesar das mais de 1.2 Milhão de possíveis vagas (apenas nas grandes e médias empresas), haja pouco mais de 400 mil jovens na condição de aprendizes. Um desperdício!

Jovem aprendiz do setor bancário

Além de apoiar entidades formadoras e de promover a expansão da implantação da Lei do Aprendiz, era necessário conceber uma metodologia de formação de aprendizes e testá-la experimentalmente em nosso laboratório – o Centro de Estudos Tomás Zinner.

A proposta para a testagem estava ligada à formação de aprendizes para o setor bancário.

Formação de Jovens Aprendizes do setor bancário no Centro de Estudos Tomas Zinner

Como parte da concepção desta metodologia, foram desenvolvidos e testados, os módulos didáticos Saber Viver e Saber Fazer, reunindo conteúdos abrangentes, que atendiam às diretrizes estabelecidas pela Federação Nacional dos Bancos (FENABAN).

Para testar a metodologia, o IU obteve credenciamento, como Entidade Formadora, junto ao CMDCA e, em ação conjunta com a área de RH do Itaú-Unibanco (empresa contratante), acompanhou e apoiou todo o processo de atuação destes jovens.

Jovem Aprendiz como metodologia do JF

O ano 2010 marcou o fim das atividades próprias do Instituto Unibanco na formação de aprendizes para o setor bancário. Em abril, julho e novembro, as últimas turmas encerraram seu ciclo de aprendizagem.

Métodos e materiais, desenvolvidos ao longo da experiência adquirida como Entidade Formadora, foram sistematizados e formatados para dar origem a uma metodologia específica, posteriormente transferida, por meio de parcerias, à ONG interessadas na formação de aprendizes.

Como estratégia para incrementar a contratação de alunos das escolas do Jovem de Futuro, o IU iniciou o estabelecimento de parcerias com as Entidades Formadoras que se comprometiam a priorizar os alunos das escolas do programa.

As organizações interessadas recebiam material didático e guias, além de assessoria e suporte técnico que orientavam sua aplicação.

O alinhamento dos parceiros com o posicionamento do Instituto era estimulado pela preferência de apoio a projetos com carga horária limitada a 4 horas diárias, para minimizar o impacto sobre a vida escolar dos aprendizes.

Mais uma vez completava-se o Ciclo de Produção de uma metodologia. Concebida e testada experimentalmente, na modalidade de Aprendiz para o Sistema Bancário, foi posteriormente transferida para entidades formadoras que assumissem o compromisso de utilizá-la no bojo de uma tecnologia mais ampla – a do Jovem de Futuro.

Parece correto supor que uma metodologia aumenta sua capacidade de impacto, caso seja desenvolvida como parte de uma proposta mais abrangente, como um “programa mãe” e/ou uma política pública de caráter mais orgânico. Trata-se do famoso efeito sinérgico.

Educação Financeira

A experiencia com a testagem da metodologia do Jovem Aprendiz, na condição de Entidade Formadora, foi muito rica para o IU, especialmente na constatação da necessidade de serem trabalhadas noções básicas de educação financeira.

Assim que recebiam seu primeiro salário, os jovens aprendizes corriam para o comércio, a fim de comprar, à prestação, o smartphone top daquele momento. 

O desconhecimento do conceito de juros compostos fazia com que pensassem que bastava dividir o preço total pelo número de prestações e teriam o custo mensal de seu sonho de consumo.

 Assim, se comprometiam com uma despesa mensal maior que seu próprio salário, na compra de um aparelho que, pouco tempo depois, estaria obsoleto.

Em uma iniciativa conjunta com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Ministério da Educação (MEC), o Ministério da Fazenda e a FEBRABAN, coube ao IU elaborar uma Metodologia de Educação Financeira para alunos do Ensino Médio.

Com temas ligados ao consumo ético e responsável e à importância do planejamento pessoal de curto, médio e longo prazos, foram criados os fundamentos, as propostas metodológicas, os materiais didáticos e os guias de aplicação, para serem usados pelos professores, incluindo textos, vídeos e jogos, em formato moderno e interessante.

Esta metodologia foi testada, em caráter experimental, em escolas das redes públicas de ensino dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Tocantins e do Distrito Federal, com excelentes resultados.

A seguir, passou a integrar o conjunto da metodologia “Construindo o Futuro”, do qual falaremos a seguir.

Metodologias temáticas

As metodologias temáticas eram propostas mais simples, voltadas a tratar de questões consideradas cruciais para o desenvolvimento integral dos jovens do Ensino Médio.

Apesar da diversidade de temas e parcerias, que deram origem a estas metodologias, todos os materiais de apoio tinham o compromisso com uma estética amigável e textos especialmente desenvolvidos para criar empatia com o público juvenil.

Assim, o Valor do Amanhã utilizava recursos típicos dos jogos de RPG e unia música, arte e cultura a temas de interesse para o jovem; o Educação Financeira lembrava um scrapbook, e o Convivência Cidadã apoiava-se em histórias breves, com textos curtos, sob medida para capturar a atenção de uma geração que se comunica por meio de redes sociais e pelo envio de mensagem por celular.

Além disto, todas pressupunham um evento de lançamento nas escolas, onde o tema era apresentado e discutido, por professores, alunos e equipe técnica.

Como forma de incentivo ao uso, era proposto um concurso, para o qual concorriam planos de aula ou trabalhos realizados pelos alunos (redações, vídeos, desenhos).

O grande equívoco dos produtores de material didático é pensar que basta enviá-los às escolas para que, em função da suposta “qualidade da proposta”, seu uso esteja assegurado. Ledo engano!

Caso não sejam previstas estratégias de divulgação, apoio técnico e incentivo à utilização, como concursos e prêmios, a proposta corre o risco de permanecer enfurnada nos armários das salas dos professores, a despeito de sua qualidade.

Construindo o Futuro

Formado por materiais didáticos de origens e aplicações distintas, o Construindo o Futuro iniciou, em 2010, um processo de adaptação para se tornar uma metodologia integrada, com conteúdos que se articulavam de forma orgânica.

Seu objetivo era proporcionar a reflexão e o debate, entre alunos e professores, sobre temas que relacionavam o planejamento pessoal e as noções de educação financeira, cidadania, mundo do trabalho e meio ambiente, e incluíam a consciência de direitos, mas também de responsabilidades.

A partir da década de 90, o mundo assistiu a um grande avanço dos ideais liberais, capitaneado pela ONU, inicialmente por meio de Conferências Mundiais sobre direitos humanos e sociais.

No Brasil, a Constituição de 1988, bem como as leis complementares, como o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei Orgânica de Assistência Social, formaram importante base legal para a consolidação da garantia de direitos.

É preciso reconhecer, porém, que pouco se falou a respeito de responsabilidade.  

Os chamados Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) representaram, um avanço, no sentido da responsabilidade dos países com metas pactuadas.

Havia (e há), entretanto, muito a ser feito em relação à responsabilidade de governos, empresas e especialmente cidadãos, com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. 

Embora utilizado como metodologia do Jovem de Futuro, o Construindo o Futuro seguiu também uma linha de implantação independente.

O caráter de metodologia independente é particularmente propício, quando as políticas públicas apontam para a ampliação do tempo do aluno na escola, seja pela extensão do turno regular, seja pela realização de atividades extracurriculares em turno complementar.

Metodologias, como esta, podem vir a suprir a demanda por propostas pedagógicas capazes de qualificar a ampliação do horário escolar.

O eixo central da metodologia era o módulo Valor do Amanhã, que tinha como proposta combater a apatia, a indiferença e a falta de motivação, despertando no jovem um sentimento de compromisso com o futuro, dele próprio, de seu entorno e do mundo.

Completavam o conjunto, módulos sobre a Convivência Cidadã, o Mundo do Trabalho e o Meio Ambiente Urbano.

Valor do Amanhã

Baseado no livro homônimo do economista brasileiro Eduardo Giannetti, este módulo estimulava os jovens a desenvolverem uma visão de futuro.

O material pedagógico e as atividades práticas auxiliavam os estudantes a refletir sobre as escolhas individuais, despertando neles a necessidade de construir um projeto de vida, a partir da compreensão de sua própria história.

Concurso “O que Será do Amanhã?”

A iniciativa integrava um programa de concursos destinados a promover o uso das Metodologias Temáticas e a criar um banco de boas práticas.

A edição 2010 teve como foco o módulo Valor do Amanhã, integrante central da Metodologia Construindo o Futuro.

“O que Será do Amanhã?” foi o mote escolhido, com o objetivo de estimular o debate, entre professores e alunos, sobre como as escolhas de cada um influenciam a construção do próprio futuro

Cerimônia de entrega dos prêmios do concurso “O que Será do Amanhã”.

Convivência Cidadã

Este módulo retratava tabus e conflitos que povoam o universo escolar, partindo sempre de pequenas histórias.

Promovia o debate sobre bullying, intolerância, violência, gravidez precoce, drogas e outros.

Introdução ao Mundo do Trabalho:

Inicialmente constituindo o núcleo comum da formação de Jovens Aprendizes do Setor Bancário, este módulo passou a ser disseminado como parte da metodologia Construindo o Futuro.

Abordava alternativas de formação e perspectivas profissionais, além de habilidades, atitudes e comportamentos necessários à entrada no mercado de trabalho.

Entendendo o Meio Ambiente Urbano

Apresentava questões ligadas ao meio ambiente das cidades, como abastecimento de água, saneamento, lixo, ocupações irregulares e áreas de risco.

Um dos objetivos era o de reforçar o fato de que as questões do meio ambiente não estavam restritas a “áreas distantes”, como a Floresta Amazônica ou o Pantanal Matogrossense.

Elas afetavam o ambiente urbano, o entorno da casa, da comunidade e da escola, demandando uma crescente consciência de sua gravidade e da urgência na busca de soluções.

Outras metodologias temáticas

Além dos módulos componentes do Construindo o Futuro, foram propostas outras metodologias temáticas, abordando questões relevantes, como Panorama Histórico Brasileiro e o uso de Células Tronco Embrionárias em pesquisas.

Panorama Histórico Brasileiro

O ponto de partida para esta metodologia foi a série “Panorama Histórico Brasileiro”, composta de 15 vídeos, em torno de aspectos históricos e culturais relevantes para a formação da identidade nacional, produzida pela Fundação Itaú Cultural.

Seu objetivo era o de suscitar o debate entre professores e alunos, para a formatação de projetos que integrassem diferentes áreas de conhecimento, por meio de propostas interdisciplinares, visando a ampliação do universo cultural dos participantes.

A mobilização começou com a promoção de seminários que levaram especialistas de diferentes áreas às escolas participantes. Em seguida, uma convocação, por meio de edital, permitiu a inscrição de projetos em três categorias: professor, aluno e grupo

O concurso, desenvolvido em parceria com o Itaú Cultural, mobilizou 251 escolas ligadas ao Entre Jovens ou ao Jovem de Futuro.

Professores e alunos vencedores foram premiados, sendo que os onze melhores trabalhos de professores renderam, aos autores, um prêmio surpresa: uma viagem para Israel e a participação no seminário A Memória de Shoá e os Dilemas de sua Transmissão, sobre o Holocausto, no Museu Yad Vashem. Caramba!

Entrega dos prêmios com a participação de Milu Vilella, presidente da Fundação Itaú Cultural

Célula Tronco

O país estava vivendo um acirrado debate sobre a utilização de células tronco embrionárias, em pesquisas científicas. O tema chegou à decisão do Supremo Tribunal Federal que terminou por autorizar o uso.

Com base na publicação feita pela Editora Bei, especialmente focada no público jovem, o IU criou uma metodologia de trabalho pedagógico.

Seguindo os passos das demais metodologias temáticas – lançamento, apoio técnico para uso e concurso baseado na produção de professores e alunos sobre o tema – a proposta culminou com uma concorrida cerimônia de entrega de prêmios.

Entrega de prêmios do Concurso sobre Células Tronco

A disseminação das metodologias do IU, para além das escolas do Jovem de Futuro, gerou a necessidade de se estruturar estratégias de capacitação de educadores, em um universo muito maior e mais disperso.

Além disto estava clara a necessidade de instrumentalizar os professores e gestores para o uso pedagógico e gerencial de tecnologias digitais.

O que era apenas intuído, há uma década atrás, provou-se uma verdade inquestionável, com o advento da pandemia.

Nosso professor, se quiser atuar profissionalmente, em um contexto pós Covid, necessita dominar a tecnologia da informação.

No próximo episódio, você vai conhecer o Núcleo e Apoio a Professores, destinado à formação de docentes e gestores para o uso de Tecnologia da Informação, além do fantástico trabalho voluntário, realizado pelos colaboradores do Itaú-Unibanco. Não perca!

 


7 comentários em "T3 | Ep 9 – Jovem de Futuro: metodologias II"
  • Maria Angela de A.Barreto disse:

    Wanda ,a cada episódio,a sua criatividade e capacidade de articulação entre os diferentes atores,instituiçôes,entre as esferas público×privado,demonstra o tamanho do desafio na implementação e capilaridade entre as metodologias empregadas nos diferentes projetos.Esse pensar abrangente e sinérgico é para poucos na gestão de temáticas desafiadoras na Educação e na interrelação com as diferentes políticas públicas.Acho que vc deveria lançar um livro com as suas experiências brilhantes e inovadoras.Como gestora e assistemte social gostaria de conhecer um pouco mais sobre o trabalho com as famílias e o impactos sobre a vida desses jovens-adultos.Como estão hoje???Amo ler seus relatos e parabenizo por essa pessoa e profissional que é.Mente brilhante!Bjs!

    • Wanda Engel disse:

      Maria Angela
      Fiquei muito feliz (e orgulhosa) com seus comentários. Devo confessar que minha intenção é a de transformar esta série em um livro. Ocorre que, “entre intenção e gesto”, falta um editor interessado. Realmente considero que o trabalho com as famílias (leia-se mães) está no cerne do processo de transformação. Assim que tiver oportunidade, pretendo me dedicar ao tema.

  • Telma Javoski disse:

    É tão bom saber como tudo isto foi criado e funcionou.
    Aguardando o próximo episódio.

  • Wanda Engel disse:

    Obrigada, Sonia Silva, parceira de sonho e de realização.

  • Wanda Engel disse:

    Sonia Silva, minha companheira de sonhos e realizações. É claro que valeu a pena!!!!

  • Sonia Silva disse:

    Essa é uma verdadeira herança bendita !!! Quantas experimentações , quantos bons resultados , quanta energia e sinergia! Um verdadeiro show educacional. Me pergunto? Valeu a pena ? Respondo SIM SIM SIM . O que ainda perdura? Respondo : como gostaria de saber (??????) Parabéns Wanda educadora master.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Wanda Engel